A acidose metabólica é  uma das primeiras complicações a ser reconhecida  em pacientes com doença renal crônica.
Apesar da evidência acumulada efeitos prejudiciais desta condição ao organismo o seu tratamento foi testado muito pouco, cientificamente.
Ensaios pequenos de suplementação de bicarbonato em pequenas doses, corrigiram a acidose metabólica com benefícios, demonstrando 

- papel da suplementação alcalina ( de bicarbonato) na doença renal   na manutenção  do rim em estágios pré-dialíticos.

-progressão da doença, melhoria complicações metabólicas e músculo-esqueléticas.

 

-benefício da redução do ácido dieta mais cedo

no curso da DRC antes mesmo do

diagnóstico de acidose metabólica se tornar

evidente.
No entanto, a dose e o intervalo ideal

de bicarbonato no soro em pacientes com

DRC ainda está para ser estabelecida, porque

alcalose metabólica, resultante da suplementação
excessiva também indica má evolução.
 

Quando a função renal diminui, os rins

perdem a capacidade de sintetizar

amônia e excretar ions hidrogênio

 os níveis baixos de bicarbonato são
 
mais baixos em pacientes com menor função renal, o
que faz com que o organismo retire de outros locais
elementos para manutenção do equilíbrio, podendo
haver diminuição de massa muscular, intensificação
da respiração, mal estar geral.
 
A excreção de ácida  também pode estar prejudicada nas doenças como hipoaldosteronismo hiporeninêmico, relacionadas aos hormônios que regulam a o sódio e a pressão arterial podem fazer a acidose metabólica pode aparecer até mais precocemente que a doença renal crônica.
A idade também está relacionada, havendo piora da acidez sanguínea quanto maior a idade.
O aparecimento da acidose metabólica na DRC permanece a ser determinada, sendo mais proeminente apartir dos estágios 3,4 e 5 de disfunção renal.

A geração extra-renal de ácido pela

metabolismo, conhecida como a produção de ácido líquido, é outro fator de piora de acidose e disfunção renal .
O acompanhamento dietético faz-se extremamente necessário, não só na prevenção quanto a complicações relacionadas, como também na própria prevenção de piora de função renal associada a dietas  hiperproteicas e com alto teor ácido.
Para  quem, entretanto, já se encontra em terapia de substituição renal (Hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante renal) estes fatores são equilibrados com a dosagem periódica dos exames e prescrição da equipe médica que assiste este paciente.

 

Em caso de dúvidas, consulte seu nefrologista e sua nutricionista.